Então vamos lá, que o ano já é outro, o mundo não acaba e thank God sempre existirá um artista produzindo música boa neste planeta louco.

Falando nisso…quem me conhece um pouco sabe que sempre curti músicas da Mallu Magalhães desde que ela tinha 15 aninhos e seu estilo lembrava bem mais mais Johnny Cash e Bob Dylan do que as canções mais sambinhas/bossa/folk que ela vem apresentando no seu terceiro álbum Pitanga. Ritmos que aprovei e muito.

Pitanga está amadurecido e obviamente a artista também.

Sua voz mudou bastante, suas letras, seu ritmo. Eu gostei.

Confira um vídeo de Velha e Louca.

Beijos e upas da Fereh

O clima de fim de ano e Natal é para mim sempre muito bom, especial.

Desejo a todos os navegantes deste Blog e a todos os meus amigos queridos (e aos amigos que são também família) – responsáveis  por um vida mais leve e divertida…

Um lindo Natal e excelente 2012.

O poema de hoje não tem muito o clima Jingle Bell, mas é inédito, então quis publicar.

Ah! Pra quem não conhece, curte lá a minha fanpage  no Facebook:

 http://www.facebook.com/pages/Fernanda-Rocha-Blog-da-Fereh/307567609267701

Ah²! Deixo também o vídeo de Bob cantando Redemption Song. É uma linda música. Quem não conhece muito, procure conhecer a letra pelos  sites por aí.

Arrogância

Se nem tampouco entendemos as funções cerebrais

Não sabemos nem perto do tudo,

Animais

E queremos dar respostas

E aceitar as mais infames

Propostas

Queremos sempre

Dar e receber respostas

E se nos falta

À metade de toda gente

A mesa posta

É fácil ver

Nossa sensatez por vezes morta

Quando esquecemos que no universo

Nem chegamos ao tamanho

Do grão de areia…

Acorda homem,

Levanta o queixo

Estufa o peito e

Por favor,

Abaixa a crista!

Fernanda Rocha

Republicando

02/12/2011

Que não vale um tostão

Podia ser

O Zeca

O Pedro ou

João

Que te oferecia

5 doces por 1 tostão

‘Leva seis e

Tá na mão’

Que entrava

Na padaria

Mão encardida

Pedindo moeda

Pro tio ao meio dia

Zeca, Pedro ou João

Tanto fazia

200 rostos

Na multidão

Sempre pedindo

Atrapalhando

No corre corre

Na confusão

Não dava tempo

Será possível!

Pagar moleques

Na recessão

“Estão mentindo”

Vovô dizia

Querem trocados

Pra diversão

Mas parecia

Me lembro bem

Cara de fome

Desilusão

Do Zeca

Do Pedro ou

João.

(Fernanda Rocha)

Marcelo Jeneci!!

18/11/2011

Marcelo Jeneci canta Doce Solidão de Marcelo Camelo (que participa neste vídeo).

Ele que é multi- instrumentista lançou o primeiro álbum em 2010 – Feito Pra Acabar 

Considerado um dos melhores álbuns do ano.

Eu adorei tudo que ouvi de Jeneci até hoje. E Marcelo Camelo gosto bastante também.

O vídeo traz algumas frases na imagem, mas o áudio está super bom.

Bom fim de semana,

Fereh



A Sede do Homem

“Simplesmente sentou sem sombra de satisfação e soluçou sentindo sede de sorrir”

Guarda – Chuva

 

Trôpego equilíbrio
Calça teus sapatos
Vai, levanta-te
Isso,
Endireita a coluna
Vem aqui
Pra perto de nós
E te aquieta
Dessa vez
Tenha atenção
De ficar mais tempo
Já não te falamos
Pra não mudar
De lugar, toda vez?
Ébrio equilíbrio,
Senta aqui
Não tenha pressa
De partir
Não fique vaidoso,
Tampouco arrogante
Mas sim,
urgentemente
E sem contratempos
Precisamos
Um mundo
De ti.

“De um calmo 

balanço

das firmes cordas

do violão

sussurros de língua portuguesa

é quando o ouvido 

gosta da nota,

Bossa”

(Fernanda Rocha)

Pra combinar com esse meu poema, coloquei uma música do Chico Buarque que eu adoro. Chama-se “João e Maria”. Também em homenagem ao Dia das Crianças na semana que vem. Esses seres que eu amo… e que temos muito a aprender com eles.

Radiohead

23/09/2011

Eu gosto muito dessa música do Radiohead.

Conheci na verdade a versão da música através do filme A Rede Social.

Por alguma razão a melodia me conquistou forever…hehe. A letra é bem deprê, apesar de consistente.

Veja se você gosta também.

Creep – Radiohead – No Blog da Fereh

 

A força de um pai para manter a dignidade e cuidar dos filhos é o carro-chefe da trama

O filme dirigido por Alejandro González Iñárritu – mesmo diretor de Babel e Amores Brutos é um drama delicadamente construído e fortemente realista ao mesmo tempo. Com o premiado protagonista Javier Bardem (melhor ator no Festival de Cannes 2010) e  um roteiro belíssimo – apesar de denso, o filme agradou crítica e  público em 2011. 

Uxbal (vivido por Bardem) luta contra a pobreza e um destino não muito generoso para manter a dignidade enquanto pai e cidadão. Apesar de um problema sério de saúde, encontra forças para dar educação e significado à vida dos filhos. Biutiful mostra também a tensa situação das imigrantes na Espanha. Fotografia, roteiro e escolha de atores impecável. Apesar do drama da história Biutiful acerta principalmente em mostrar uma relação que não sai de moda – pais tentando ser bons pais e mães tentando ser boas mães.

Assisti e recomendo.

 

“Qual a cor do amor?” é uma letra inédita de Cazuza. Na 5ª edição do Prêmio Musique (Estadão) o desafio era dar melodia à letra, disputa que aconteceu com músicos de todo o Brasil.

A versão de Alexandre Green interpretada por Maria Luiza  ficou entre os cinco melhores do país. A cantora tem 15 anos (sim, eu disse 15) e muito talento com sua voz e interpretação. Quanto a banda, dispensa comentários – de fina qualidade.

Super merecido. Eu particularmente achei a melhor versão.

Confiram aí! Acho que Cazuza  adorou.

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